20.12.11 1 comentarios

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4.12.11 0 comentarios

Workshop homenaje a Nieves López

Para aquellos que puedan estar interesados, se encuentra en fase de preparación el Workshop homenaje a Nieves López que llevará por título "Aquello que nos faltó decirte". El evento tendrá lugar en el edificio de La Cristalera (Miraflores de la Sierra, Madrid) entre los días 2 al 4 de Marzo de 2012.
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11.10.11 0 comentarios

Saurópodos portugueses del Jurásico Superior... vamos con ellos

Se ha presentado en el I Congresso de Jovens Investigadores em Geociências, Estremoz (1 a 4/10/2011) la primera aproximación al análisis de los saurópodos del Jurásico Superior portugués de Pedro Mocho, por ahora es una resumen histórico, pero por algo hay que empezar... Decorreu no dia 1,2,3 e 4 de Outubro de 2011 a primeira versão do Congresso Nacional de Jovens Investigadores em Geociências em Estremoz organizado pelo Centro de Ciência Viva de Estremoz e pela Universidade de Évora, contando ainda com a colaboração do GeoClube. A ALT-Sociedade de História Natural (Torres Vedras) em conjunto com investigadores da Universidad Autónoma de Madrid (UAM), Universidade Nacional de Educación a Distancia (UNED) e da Fundação Dinópolis (Teruel) apresentou neste congresso a seguinte comunicação: Mocho, P.; Ortega, F.; Royo-Torres, R.; Silva, B. (2011): Estado do conhecimento sobre os saurópodes do Jurássico Superior de Portugal. Livro de Actas do I Congresso Nacional de Jovens Investigadores em Geociências, Estremoz. 
Resumo: Iniciado no séc. XIX, o estudo dos saurópodes do Jurássico Superior português progrediu paulatinamente até ao final do século XX. Até então, a relação entre o registo fóssil português e o registo do Jurássico Superior da Formação de Morrison (E.U.A.) era consensual. Contudo, estudos recentes revelam que as formas existentes possuem carácter endémico, tendo sido formalizados três táxones: um diplodocídeo, Dinheirosaurus; um representante basal de Macronaria, Lourinhasaurus, e um Titanossauriforme, Lusotitan. O registo fóssil sugere ainda a presença de Turiasauria e um possível Camarasaurus. Futuros estudos filogenéticos são necessários para confirmar as propostas sistemáticas existentes e assim adicionar nova informação para a compreensão do complexo padrão paleobiogeográfico dos saurópodes do Jurássico Superior. 
Abstract: The study of the Portuguese Upper Jurassic sauropods began in the 19th century and progressed slowly until the end of the 20th century. Until that time, Portuguese sauropods were related to North American forms (e.g. Apatosaurus and Brachiosaurus). However, recent works have been shown a more endemic status for sauropod fossil record of the Portuguese Upper Jurassic. In last 15 years three new taxa have been formalized: a diplodocid, Dinheirosaurus; a basal macronarian, Lourinhasaurus; and a titanosauriform, Lusotitan. The fossil record also suggests the presence of eusauropods (Turiasauria) and a possible Camarasaurus. Future phylogenetic analyses are needed to properly understand the paleobiogeography of Portuguese Upper Jurassic sauropods.
3.10.11 2 comentarios

Despedida para verão no litoral Português / Adiós al verano en la costa portuguesa

Godzillin posa rodeado de un grupo de admiradores en los acantilados de Torres Vedras.

Durante el pasado mes de septiembre, varios miembros de la ALT-SHN, estudiantes de Geología de la Universidade de Lisboa e investigadores del Grupo de Biología Evolutiva de la UNED llevaron a cabo una campaña de prospección y excavación en Torres Vedras. Esta zona es muy rica en yacimientos del Jurásico Superior, con una gran diversidad de fósiles de dinosaurios, tortugas, cocodrilos y peces. Los objetivos eran varios: la excavación de un yacimiento en Cambelas que ya fue intervenido en 2003, la prospección de algunas zonas de la costa portuguesa en busca de nuevos restos y la referenciación de yacimientos conocidos.

Son tan fuertes mis pisadas, elegantes y estudiadas. 
Yo soy solo un terópodo, pero entraré en tu lodo, pisando fuerte, pisando fuerte.

Aquí dejo la nota de prensa que ha distribuido la ALT-SHN:

A ALT-Sociedade de História Natural levou a cabo, de 10 a 30 de Setembro, mais uma Campanha Paleontológica. Este ano, os investigadores desta instituição científica de Torres Vedras procederam a mais uma escavação de um dinossauro, desta vez em Cambelas. Esta jazida ofereceu restos de um grande dinossauro saurópode (vértebras, fémur) na campanha de 2003, a par de ossos pertencentes a outros dinossauros de menor porte.

As características da camada onde se inserem os ossos sugerem uma deposição secundária dos mesmos, ou seja, que os restos destes animais, após enterrados num leito de um rio, terão de novo sido remobilizados, talvez por um episódio de grande energia hídrica (como uma grande cheia), que então removeu esses mesmos materiais e os terão colocado noutra zona. O novo sector intervencionado permitiu definir os limites e extensão da camada, tendo-se encontrado elementos pertencentes a crocodilos, peixes, dinossauros (herbívoros e carnívoros) e tartarugas.

Mas as actividades de campo não se restringiram apenas a escavações. Foram ainda realizados trabalhos de prospecção paleontológica, os quais resultaram na descoberta de três novas jazidas com dinossauros, trilhos com pegadas destes últimos animais e outros compostos exclusivamente por pegadas de tartarugas e répteis voadores. Esta ultima descoberta causou sensação à equipa de investigadores, pois a sua extensão é enorme e é potencialmente adequada a uma musealização in situ.

Neste âmbito foram ainda registadas várias jazidas contendo espécimes pertencentes à famosa tartaruga fóssil de Torres Vedras, Selenemys lusitanica. A equipa procedeu ainda à monitorização e minimização de impactes de muitas jazidas do concelho de Torres Vedras, com acesso difícil e cuja escavação é impossível, de forma a ir registando novos vestígios expostos pela erosão das arribas e tentar exumar o máximo de elementos possíveis, de forma que não se percam estes importantes achados e se recupere o máximo de informação científica.

A grande inovação deste ano foi, contudo, o inicio da utilização de imagens 3D para registo. Existem centenas de jazidas registadas no Sistema de Informação Geográfico Aplicado à Paleontologia, desenvolvido pelo Departamento de Informação Geográfica da ALT-SHN, desde trilhos de pegadas a grandes blocos contendo ossos de dinossauros, que em muitos casos estão na linha de influência das marés ou que pela sua localização no fundo das arribas do Concelho são praticamente impossíveis de remover. Para que não se perca essa informação, procedeu-se ao seu registo tridimensional, para efeitos de preservação dessas ocorrências, estudo científico em laboratório e aplicação em futuros processos museográficos.

A aplicação destas novas tecnologias mostrou-se muito eficaz, estando previstas parcerias no sentido de explorar ao máximo a sua aplicabilidade no património paleontológico de Torres Vedras. Para além dos membros da ALT-SHN, participaram estudantes de geologia da Universidade de Lisboa e investigadores do Grupo de Biologia Evolutiva da UNED (Madrid, Espanha). Os trabalhos foram apoiados pela Câmara Municipal de Torres Vedras, Junta de Freguesia de São Pedro da Cadeira e ainda pela empresa Ângelo Custódio Rodrigues, S.A.


Aunque parezca que está tomando coordenadas en el GPS, está jugando al Donkey Kong de la Game Boy

Para leer algo más, se puede visitar Tinta Fresca o el blog de la ALT-SHN.
26.9.11 0 comentarios

Dinosaurios de Cuenca: de cazadores jorobados a los dinosaurios del AVE

Seguramente es el n-simo refrito sobre el tema, pero aquí está, calentito y en castellano.
Dinosaurios de Cuenca: de cazadores jorobados a los dinosaurios del AVE. 
Diría que está de venta en los mejores establecimientos del ramo, pero es mentira, está en la revista de la UNED y se baja gratis aquí.
24.9.11 1 comentarios

Las tortugas del Cretácico Inferior de la Cuenca de Cameros en Cretaceous Research

Acaba de ser publicado online un nuevo artículo sobre las tortugas del Cretácico Inferior de la Península Ibérica. Este trabajo se centra en el estudio de los quelonios de la Cuenca de Cameros, donde se constata una diversidad relativamente elevada. Allí se identifican al menos un representante de Solemydidae y tres miembros de Eucryptodira. Además, se refutan las alusiones previas a Pelomedusoides y Pleurosternidae, realizadas con material de esta Cuenca.
Hasta ahora, el escaso conocimiento sobre las tortugas del Cretácico Inferior de la Península Ibérica no ha facilitado conocer la diversidad representada ni analizar las relaciones biogeográficas con los taxones hallados en otras regiones europeas. El estudio de las tortugas de la Cuenca de Cameros permite analizar, de manera preliminar, estas relaciones.
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Imagen: Algunos elementos asignados a Solemydidae.
20.9.11 0 comentarios

Estructura de la mano de Carnotaurus sastrei

Por fin ha salido publicado en Palaeontology el trabajo:

Ruiz, J., Torices, A., Serrano, H., & Lopez, V. (2011) The hand structure of Carnotaurus sastrei (Theropoda, Abelisauridae): implications for hand diversity and evolution in abelisaurids .

Abstract: Carnotaurus sastrei is an abelisaurid dinosaur from the Late Cretaceous of Argentina that has very reduced, but robust, forelimbs and derived hands with four digits, including a large, conical-shaped metacarpal IV lacking an articulation for a phalanx. The analysis presented in this work highlights a series of additional autapomorphies of C. sastrei. For example, the proximal phalanges are longer than the metacarpals in digits II and III, and digit III includes only one phalanx besides the ungual. The hand of Carnotaurus shares several features with those of Aucasaurus and Majungasaurus, but the hands of the latter genera also display autapomorphies, indicating that the diversity in abelisaurid hand structure is similar to the diversity of cranial protuberances of these dinosaurs.

Para mas informacion os dejo la pagina de la publicacion: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1475-4983.2011.01091.x/abstract
12.9.11 0 comentarios

Nuevos datos sobre la enigmática tortuga Chitracephalus dumonii

En 1885, Louis Dollo publicó un artículo breve, que consideró una nota preliminar, sobre las tortugas del Cretácico Inferior halladas en la famosas minas de Bernissart (Hainaut, Belgica). En ese trabajo, Dollo describió dos taxones, Peltochelys duchastelii y Chitracephalus dumonii. C. dumonii estaba representado por un único individuo, que preservaba gran parte del esqueleto. Sin embargo, a pesar de su primera intención, Dollo nunca llegó a publicar un trabajo más detallado sobre estos quelonios.

Desde el siglo XIX hasta la actualidad ningún otro material había sido atribuido a este taxón. A pesar de constituir uno de los esqueletos de quelonios más completos del registro cretácico europeo, la información disponible sobre C. dumonii seguía siendo muy limitada, no habiéndose descrito en detalle ni introducido en ninguna hipótesis de relaciones filogenéticas. De hecho, en varios trabajos se identificó, sin justificarse, como Testudinata incertae sedis o como un miembro indeterminado de Panpleurodira o de Pancryptodira.

La revista Acta Palaeontologica Polonica acaba de publicar on-line un artículo en el que se realiza el estudio detallado de este taxón. En él se realiza la descripción detallada del mismo y se propone una nueva diagnosis. Se amplía el rango de distribución geográfica de esta especie, hasta ahora restringida a su localidad tipo, mediante la constatación de la sinonimia con el taxón español “Salasemys pulcherrima”.

La identificación de varios especímenes atribuidos a C. dumonii, en distintos estadíos de desarrollo ontogenético, permite la identificación de un patrón estructural no compartido con ninguna otra tortuga. El espaldar de este taxón está constituido por una serie de varillas óseas, convergentes entre sí, cuya distribución es independiente a la de los límites de los escudos córneos o placas óseas. Esta estructura mantiene la estructura del caparazón. De manera tardía en la ontogenia, las áreas poligonales comprendidas entre estas varillas se van osificando. De esta forma, en los ejemplares juveniles existen multitud de fontanellas en el espaldar, que van siendo sustituidas por áreas osificadas, de espesor muy reducido. Mediante la ontogenia se general nuevas varillas óseas, configurando una estructura muy compleja.

La incorporación de C. dumonii en un análisis filogenético muestra que este taxón y el recientemente descrito Hoyasemys jimenezi formaban parte de un clado de Cryptodira que también incluye a los tradicionales miembros de “Macrobaenidae”, “Sinemydidae” y Panchelonioidea.

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Referencia: Pérez-García, A. In press. The European Lower Cretaceous Chitracephalus dumonii (Testudines: Cryptodira) and the diversity of a poorly known lineage of turtles. Acta Palaeontologica Polonica. doi:10.4202/app.2011.0065.

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Imagen: Parte del holotipo de Chitracephalus dumonii, procedente del Cretácico Inferior de bernissart (Bélgica)

5.9.11 2 comentarios

Ajustando cuentas 19

(Haz click en la imagen para ver el capítulo completo)

Cuidado con lo que decís, hay un tiranosaurio zombie suelto en la ciudad...
26.8.11 2 comentarios

El Cielo de los Dinosaurios

Hace ya cinco años, Vicente García-Oliva, nos obsequió tres (magníficos) cuentos de dinosaurios que llevan ya acumuladas miles de entradas en este blog. Por suerte, la cosa no quedó ahí y hoy saludamos la publicación de un "cuentiario" completo que se titula “El Cielo de los Dinosaurios”. Como nos ha pillado un poco a desmano hacemos sólo este anuncio, tomamos unas palabras del autor y nos referimos al blog de Vicente García-Oliva, pero ya estamos preparando una reseña completa.
El libro está en castellano, pero la reseña original es en asturiano:
"... Trátase d’un “cuentiariu”, neoloxismu qu’emplego pa desplicar que se trata d’un “bestiariu” en forma de cuentos, o unos cuentos que formen un “bestiariu”. El volume recueye once histories protagonizaes, d’una o otra manera, por dinosaurios. Nunes son los suxetos de la narración, y notres los oxetos. Dientro d’elles hailes d’estremada triba: unes son fantástiques, otres realistes. Unes son simpátiques (creo), y otres tristes. Ya, inclusive, dalgunes paezme que te faen pensar.
El porqué, depués de más de 60 millones d’años, los dinosaurios siguen interesando ye un misteriu. Quiciás seya porque los tenemos llantaos neso que los “cursis” llamaríen “l’imaxinariu coleutivu”, o porque de dala manera rellaciónense cola mitoloxía, con aquellos seres mitolóxicos apavoriantes, como los dragones. O quiciás, cenciellamente, porque despierten en nós curiosidá y mieu, dos cualidaes mui humanes".
Si, como nos consta de algunos, te gustaron los "Tres cuentos de dinosaurios", en "El cielo de los dinosaurios" tienes una dosis cuádruple.
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Referencias:
  • El cielo de los dinosaurios (ed. Pearson) De Vicente García Oliva.
  • En la imagen, la portada del libro, obra de Pablo Amargo.