20.12.11 1 comentarios

Ya están aquí...

4.12.11 0 comentarios

Workshop homenaje a Nieves López

Para aquellos que puedan estar interesados, se encuentra en fase de preparación el Workshop homenaje a Nieves López que llevará por título "Aquello que nos faltó decirte". El evento tendrá lugar en el edificio de La Cristalera (Miraflores de la Sierra, Madrid) entre los días 2 al 4 de Marzo de 2012.
Mas información

11.10.11 0 comentarios

Saurópodos portugueses del Jurásico Superior... vamos con ellos

Se ha presentado en el I Congresso de Jovens Investigadores em Geociências, Estremoz (1 a 4/10/2011) la primera aproximación al análisis de los saurópodos del Jurásico Superior portugués de Pedro Mocho, por ahora es una resumen histórico, pero por algo hay que empezar... Decorreu no dia 1,2,3 e 4 de Outubro de 2011 a primeira versão do Congresso Nacional de Jovens Investigadores em Geociências em Estremoz organizado pelo Centro de Ciência Viva de Estremoz e pela Universidade de Évora, contando ainda com a colaboração do GeoClube. A ALT-Sociedade de História Natural (Torres Vedras) em conjunto com investigadores da Universidad Autónoma de Madrid (UAM), Universidade Nacional de Educación a Distancia (UNED) e da Fundação Dinópolis (Teruel) apresentou neste congresso a seguinte comunicação: Mocho, P.; Ortega, F.; Royo-Torres, R.; Silva, B. (2011): Estado do conhecimento sobre os saurópodes do Jurássico Superior de Portugal. Livro de Actas do I Congresso Nacional de Jovens Investigadores em Geociências, Estremoz. 
Resumo: Iniciado no séc. XIX, o estudo dos saurópodes do Jurássico Superior português progrediu paulatinamente até ao final do século XX. Até então, a relação entre o registo fóssil português e o registo do Jurássico Superior da Formação de Morrison (E.U.A.) era consensual. Contudo, estudos recentes revelam que as formas existentes possuem carácter endémico, tendo sido formalizados três táxones: um diplodocídeo, Dinheirosaurus; um representante basal de Macronaria, Lourinhasaurus, e um Titanossauriforme, Lusotitan. O registo fóssil sugere ainda a presença de Turiasauria e um possível Camarasaurus. Futuros estudos filogenéticos são necessários para confirmar as propostas sistemáticas existentes e assim adicionar nova informação para a compreensão do complexo padrão paleobiogeográfico dos saurópodes do Jurássico Superior. 
Abstract: The study of the Portuguese Upper Jurassic sauropods began in the 19th century and progressed slowly until the end of the 20th century. Until that time, Portuguese sauropods were related to North American forms (e.g. Apatosaurus and Brachiosaurus). However, recent works have been shown a more endemic status for sauropod fossil record of the Portuguese Upper Jurassic. In last 15 years three new taxa have been formalized: a diplodocid, Dinheirosaurus; a basal macronarian, Lourinhasaurus; and a titanosauriform, Lusotitan. The fossil record also suggests the presence of eusauropods (Turiasauria) and a possible Camarasaurus. Future phylogenetic analyses are needed to properly understand the paleobiogeography of Portuguese Upper Jurassic sauropods.
3.10.11 2 comentarios

Despedida para verão no litoral Português / Adiós al verano en la costa portuguesa

Godzillin posa rodeado de un grupo de admiradores en los acantilados de Torres Vedras.

Durante el pasado mes de septiembre, varios miembros de la ALT-SHN, estudiantes de Geología de la Universidade de Lisboa e investigadores del Grupo de Biología Evolutiva de la UNED llevaron a cabo una campaña de prospección y excavación en Torres Vedras. Esta zona es muy rica en yacimientos del Jurásico Superior, con una gran diversidad de fósiles de dinosaurios, tortugas, cocodrilos y peces. Los objetivos eran varios: la excavación de un yacimiento en Cambelas que ya fue intervenido en 2003, la prospección de algunas zonas de la costa portuguesa en busca de nuevos restos y la referenciación de yacimientos conocidos.

Son tan fuertes mis pisadas, elegantes y estudiadas. 
Yo soy solo un terópodo, pero entraré en tu lodo, pisando fuerte, pisando fuerte.

Aquí dejo la nota de prensa que ha distribuido la ALT-SHN:

A ALT-Sociedade de História Natural levou a cabo, de 10 a 30 de Setembro, mais uma Campanha Paleontológica. Este ano, os investigadores desta instituição científica de Torres Vedras procederam a mais uma escavação de um dinossauro, desta vez em Cambelas. Esta jazida ofereceu restos de um grande dinossauro saurópode (vértebras, fémur) na campanha de 2003, a par de ossos pertencentes a outros dinossauros de menor porte.

As características da camada onde se inserem os ossos sugerem uma deposição secundária dos mesmos, ou seja, que os restos destes animais, após enterrados num leito de um rio, terão de novo sido remobilizados, talvez por um episódio de grande energia hídrica (como uma grande cheia), que então removeu esses mesmos materiais e os terão colocado noutra zona. O novo sector intervencionado permitiu definir os limites e extensão da camada, tendo-se encontrado elementos pertencentes a crocodilos, peixes, dinossauros (herbívoros e carnívoros) e tartarugas.

Mas as actividades de campo não se restringiram apenas a escavações. Foram ainda realizados trabalhos de prospecção paleontológica, os quais resultaram na descoberta de três novas jazidas com dinossauros, trilhos com pegadas destes últimos animais e outros compostos exclusivamente por pegadas de tartarugas e répteis voadores. Esta ultima descoberta causou sensação à equipa de investigadores, pois a sua extensão é enorme e é potencialmente adequada a uma musealização in situ.

Neste âmbito foram ainda registadas várias jazidas contendo espécimes pertencentes à famosa tartaruga fóssil de Torres Vedras, Selenemys lusitanica. A equipa procedeu ainda à monitorização e minimização de impactes de muitas jazidas do concelho de Torres Vedras, com acesso difícil e cuja escavação é impossível, de forma a ir registando novos vestígios expostos pela erosão das arribas e tentar exumar o máximo de elementos possíveis, de forma que não se percam estes importantes achados e se recupere o máximo de informação científica.

A grande inovação deste ano foi, contudo, o inicio da utilização de imagens 3D para registo. Existem centenas de jazidas registadas no Sistema de Informação Geográfico Aplicado à Paleontologia, desenvolvido pelo Departamento de Informação Geográfica da ALT-SHN, desde trilhos de pegadas a grandes blocos contendo ossos de dinossauros, que em muitos casos estão na linha de influência das marés ou que pela sua localização no fundo das arribas do Concelho são praticamente impossíveis de remover. Para que não se perca essa informação, procedeu-se ao seu registo tridimensional, para efeitos de preservação dessas ocorrências, estudo científico em laboratório e aplicação em futuros processos museográficos.

A aplicação destas novas tecnologias mostrou-se muito eficaz, estando previstas parcerias no sentido de explorar ao máximo a sua aplicabilidade no património paleontológico de Torres Vedras. Para além dos membros da ALT-SHN, participaram estudantes de geologia da Universidade de Lisboa e investigadores do Grupo de Biologia Evolutiva da UNED (Madrid, Espanha). Os trabalhos foram apoiados pela Câmara Municipal de Torres Vedras, Junta de Freguesia de São Pedro da Cadeira e ainda pela empresa Ângelo Custódio Rodrigues, S.A.


Aunque parezca que está tomando coordenadas en el GPS, está jugando al Donkey Kong de la Game Boy

Para leer algo más, se puede visitar Tinta Fresca o el blog de la ALT-SHN.
26.9.11 0 comentarios

Dinosaurios de Cuenca: de cazadores jorobados a los dinosaurios del AVE

Seguramente es el n-simo refrito sobre el tema, pero aquí está, calentito y en castellano.
Dinosaurios de Cuenca: de cazadores jorobados a los dinosaurios del AVE. 
Diría que está de venta en los mejores establecimientos del ramo, pero es mentira, está en la revista de la UNED y se baja gratis aquí.
24.9.11 1 comentarios

Las tortugas del Cretácico Inferior de la Cuenca de Cameros en Cretaceous Research

Acaba de ser publicado online un nuevo artículo sobre las tortugas del Cretácico Inferior de la Península Ibérica. Este trabajo se centra en el estudio de los quelonios de la Cuenca de Cameros, donde se constata una diversidad relativamente elevada. Allí se identifican al menos un representante de Solemydidae y tres miembros de Eucryptodira. Además, se refutan las alusiones previas a Pelomedusoides y Pleurosternidae, realizadas con material de esta Cuenca.
Hasta ahora, el escaso conocimiento sobre las tortugas del Cretácico Inferior de la Península Ibérica no ha facilitado conocer la diversidad representada ni analizar las relaciones biogeográficas con los taxones hallados en otras regiones europeas. El estudio de las tortugas de la Cuenca de Cameros permite analizar, de manera preliminar, estas relaciones.
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Imagen: Algunos elementos asignados a Solemydidae.
20.9.11 0 comentarios

Estructura de la mano de Carnotaurus sastrei

Por fin ha salido publicado en Palaeontology el trabajo:

Ruiz, J., Torices, A., Serrano, H., & Lopez, V. (2011) The hand structure of Carnotaurus sastrei (Theropoda, Abelisauridae): implications for hand diversity and evolution in abelisaurids .

Abstract: Carnotaurus sastrei is an abelisaurid dinosaur from the Late Cretaceous of Argentina that has very reduced, but robust, forelimbs and derived hands with four digits, including a large, conical-shaped metacarpal IV lacking an articulation for a phalanx. The analysis presented in this work highlights a series of additional autapomorphies of C. sastrei. For example, the proximal phalanges are longer than the metacarpals in digits II and III, and digit III includes only one phalanx besides the ungual. The hand of Carnotaurus shares several features with those of Aucasaurus and Majungasaurus, but the hands of the latter genera also display autapomorphies, indicating that the diversity in abelisaurid hand structure is similar to the diversity of cranial protuberances of these dinosaurs.

Para mas informacion os dejo la pagina de la publicacion: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1475-4983.2011.01091.x/abstract
12.9.11 0 comentarios

Nuevos datos sobre la enigmática tortuga Chitracephalus dumonii

En 1885, Louis Dollo publicó un artículo breve, que consideró una nota preliminar, sobre las tortugas del Cretácico Inferior halladas en la famosas minas de Bernissart (Hainaut, Belgica). En ese trabajo, Dollo describió dos taxones, Peltochelys duchastelii y Chitracephalus dumonii. C. dumonii estaba representado por un único individuo, que preservaba gran parte del esqueleto. Sin embargo, a pesar de su primera intención, Dollo nunca llegó a publicar un trabajo más detallado sobre estos quelonios.

Desde el siglo XIX hasta la actualidad ningún otro material había sido atribuido a este taxón. A pesar de constituir uno de los esqueletos de quelonios más completos del registro cretácico europeo, la información disponible sobre C. dumonii seguía siendo muy limitada, no habiéndose descrito en detalle ni introducido en ninguna hipótesis de relaciones filogenéticas. De hecho, en varios trabajos se identificó, sin justificarse, como Testudinata incertae sedis o como un miembro indeterminado de Panpleurodira o de Pancryptodira.

La revista Acta Palaeontologica Polonica acaba de publicar on-line un artículo en el que se realiza el estudio detallado de este taxón. En él se realiza la descripción detallada del mismo y se propone una nueva diagnosis. Se amplía el rango de distribución geográfica de esta especie, hasta ahora restringida a su localidad tipo, mediante la constatación de la sinonimia con el taxón español “Salasemys pulcherrima”.

La identificación de varios especímenes atribuidos a C. dumonii, en distintos estadíos de desarrollo ontogenético, permite la identificación de un patrón estructural no compartido con ninguna otra tortuga. El espaldar de este taxón está constituido por una serie de varillas óseas, convergentes entre sí, cuya distribución es independiente a la de los límites de los escudos córneos o placas óseas. Esta estructura mantiene la estructura del caparazón. De manera tardía en la ontogenia, las áreas poligonales comprendidas entre estas varillas se van osificando. De esta forma, en los ejemplares juveniles existen multitud de fontanellas en el espaldar, que van siendo sustituidas por áreas osificadas, de espesor muy reducido. Mediante la ontogenia se general nuevas varillas óseas, configurando una estructura muy compleja.

La incorporación de C. dumonii en un análisis filogenético muestra que este taxón y el recientemente descrito Hoyasemys jimenezi formaban parte de un clado de Cryptodira que también incluye a los tradicionales miembros de “Macrobaenidae”, “Sinemydidae” y Panchelonioidea.

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Referencia: Pérez-García, A. In press. The European Lower Cretaceous Chitracephalus dumonii (Testudines: Cryptodira) and the diversity of a poorly known lineage of turtles. Acta Palaeontologica Polonica. doi:10.4202/app.2011.0065.

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Imagen: Parte del holotipo de Chitracephalus dumonii, procedente del Cretácico Inferior de bernissart (Bélgica)

5.9.11 3 comentarios

Ajustando cuentas 19

(Haz click en la imagen para ver el capítulo completo)

Cuidado con lo que decís, hay un tiranosaurio zombie suelto en la ciudad...
26.8.11 2 comentarios

El Cielo de los Dinosaurios

Hace ya cinco años, Vicente García-Oliva, nos obsequió tres (magníficos) cuentos de dinosaurios que llevan ya acumuladas miles de entradas en este blog. Por suerte, la cosa no quedó ahí y hoy saludamos la publicación de un "cuentiario" completo que se titula “El Cielo de los Dinosaurios”. Como nos ha pillado un poco a desmano hacemos sólo este anuncio, tomamos unas palabras del autor y nos referimos al blog de Vicente García-Oliva, pero ya estamos preparando una reseña completa.
El libro está en castellano, pero la reseña original es en asturiano:
"... Trátase d’un “cuentiariu”, neoloxismu qu’emplego pa desplicar que se trata d’un “bestiariu” en forma de cuentos, o unos cuentos que formen un “bestiariu”. El volume recueye once histories protagonizaes, d’una o otra manera, por dinosaurios. Nunes son los suxetos de la narración, y notres los oxetos. Dientro d’elles hailes d’estremada triba: unes son fantástiques, otres realistes. Unes son simpátiques (creo), y otres tristes. Ya, inclusive, dalgunes paezme que te faen pensar.
El porqué, depués de más de 60 millones d’años, los dinosaurios siguen interesando ye un misteriu. Quiciás seya porque los tenemos llantaos neso que los “cursis” llamaríen “l’imaxinariu coleutivu”, o porque de dala manera rellaciónense cola mitoloxía, con aquellos seres mitolóxicos apavoriantes, como los dragones. O quiciás, cenciellamente, porque despierten en nós curiosidá y mieu, dos cualidaes mui humanes".
Si, como nos consta de algunos, te gustaron los "Tres cuentos de dinosaurios", en "El cielo de los dinosaurios" tienes una dosis cuádruple.
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Referencias:
  • El cielo de los dinosaurios (ed. Pearson) De Vicente García Oliva.
  • En la imagen, la portada del libro, obra de Pablo Amargo.
22.6.11 2 comentarios

Paleontología en Cuenca (again)

La investigación en paleontología genera muchos beneficios científicos y culturales

Calentando motores para comenzar la semana próxima el Curso de Verano "Analizando fósiles de dinosaurios ¿Cómo sabemos lo que sabemos?" en la UNED de Cuenca, la revista "La Guía de Cuenca" publica una entrevista con Francisco Ortega, en la que se avanzan algunos de los objetivos del Curso.
Tomado de "La Guía de Cuenca":
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Las técnicas paleontológicas han mejorado notablemente en los últimos años, ¿cuáles han sido los principales avances?
Cualquiera que haya visto un capítulo de series de televisión como CSI y semejantes puede tener una ligera idea de como las nuevas tecnologías han transformado nuestra capacidad de análisis. Muchas de estas técnicas son también aplicables a la paleontología y han permitido incrementar considerablemente la información que nos facilita ahora el registro fósil. Así, por ejemplo, en los últimos años se ha generalizado el uso del laser o la tomografía computerizada para producir modelos muy detallados y en tres dimensiones de objetos fósiles, de sus partes o de su interior. También comienzan a realizarse trabajos utilizando los aceleradores de partículas como microscopios muy potentes y que pueden facilitarnos imágenes de objetos hasta ahora inaccesibles. Otro campo que ha progresado enormemente es el del análisis de biomoléculas y, si bien aún no tenemos ADN de dinosaurios, conocemos mucho mejor a los neandertales a partir de estos estudios. La instrumentación analítica se ha transformado completamente en los últimos años y eso comienza a verse en los resultados.
¿Qué son, por ejemplo, los Sistemas de Información Geográfica?
Los SIG son sistemas informáticos diseñados para adquirir y gestionar una gran cantidad de datos geográficos de forma que puedan ser utilizados para la resolución de problemas de distinta índole. En los últimos años, los SIG se han incorporado a todo tipo de procesos gestión del territorio y se están empezando a utilizar en el manejo de datos paleontológicos que pueden aplicarse tanto a la gestión de yacimientos como en la investigación. Estamos probando la aplicación de SIG en los abundantes yacimientos del Jurásico Superior de Portugal y, durante el Curso vamos a explicar como se está desarrollando esta experiencia que podría aplicarse a otros muchos entornos.
Supongo que contar con recursos económicos es fundamental para realizar excavaciones e investigar. ¿Apoyan las administraciones lo suficiente estos trabajos?
Es muy difícil definir cuanto es suficiente. Es cierto que las administraciones publicas en los últimos años estaban tratando mejor que nunca a la paleontología de vertebrados, eso si, después de un abandono histórico. En este momento muchas administraciones han apostado por centros de investigación, gestión y promoción de este tipo de patrimonio y creo que están obteniendo muchos beneficios científicos, de prestigio y de mejora de su oferta cultural. Supongo que, a medida que vaya siendo posible, las administraciones que tienen registros paleontológicos importantes (y Cuenca contiene uno de los más relevantes de este país) apostarán por invertir en paleontología.En lo que respecta a la investigación paleontológica, es evidente que se podrían hacer muchas más cosas si hubiese más recursos. Pero eso lo podría decir cualquier investigador de cualquier campo de la ciencia. Por mi parte preferiría que las administraciones aumentasen los recursos destinados a proyectos de investigación y desarrollo y que en ese entorno competitivo, la paleontología consiguiese la financiación que le corresponda.
Estará cansado de que le pregunten por ‘Pepito’, pero, ¿es uno de los hallazgos más importantes realizados en España?
Por supuesto que no estoy cansado. Preferiría no tener que ponerlo en un ranking de “los más importantes” (en el que, por cierto, quedaría muy bien), pero Concavenator es el único dinosaurio de este país del que podemos decir que está prácticamente completo. En el ámbito científico, su estudio nos muestra aspectos de la historia evolutiva de un grupo de grandes dinosaurios carnívoros (los carcharodontosaurios) que son muy conocidos en los continentes del sur (África, América del Sur), pero de los que tenemos poca información por Europa. Además, es posible que nos enseñe como se produjeron algunos de los primeros pasos en la evolución de las aves. Y más aún, en términos de proyección social es inconfundible con esa proyección a modo de joroba en la espalda y es un fósil bellísimo, como puede comprobar cualquiera que pase a hacerle una visita por el Museo de las Ciencias en Cuenca.
El nombre de ‘Pepito’, según tengo entendido, se debió a un chiste. ¿Tan bromistas son ustedes los paleontólogos?
Supongo que somos tan bromistas o tan serios como la gente de cualquier gremio. Lo que es cierto es que, durante las campañas de excavación los grupos de trabajo mantienen relaciones muy estrechas durante mucho tiempo y en condiciones de trabajo duro. Si en esos momentos no aparece el sentido del humor la situación sería insufrible.
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La entrevista sale en el Nº 3 de la revista "La Guía de Cuenca" y es allí donde se ve mejor y está acompañada de más cosas. Está página se la hemos tomado prestada, pero os aconsejamos vivamente que compréis el número completo que está más interesante aún.
21.6.11 0 comentarios

El profesor Ian Malcolm (Jurassic Park) desnuda su corazón para Godzillin

A punto de cumplirse 18 años desde su participación en la primera parte de la saga "Jurassic Park" de Steven Spielberg, y tres lustros desde que retomó su papel en la secuela, el profesor Ian Malcolm, matemático especialista en la Teoría del Caos, ha decidido contar al Cuaderno de Godzillin la verdad. Su verdad. La historia de un hombre que ha guardado un valioso secreto durante mucho tiempo. Quizá por temor "al que dirán" o unicamente por orgullo, Malcolm ha estado ocultando algo que ya era vox pópuli. Pero ha llegado el día de su confesión.


¿Esta era tu confesión Ian Malcolm?
¿Que no tienes ni idea de dinosaurios?
Eso ya lo sabía toda la humanidad, Ian Malcolm. Desde luego, pa lo que has quedao.

Para el resto del mundo, aquí teneis toda la información referente al curso de verano:


15.6.11 0 comentarios

Simpósio "What makes us Human?", na Universidade do Porto, Portugal

What makes us Human? é um simpósio organizado por alunos de doutoramento no âmbito do Programa Graduado em Áreas da Biologia Básica e Aplicada (GABBA), da Universidade do Porto. Este simpósio terá lugar no dia 8 de Julho de 2011, no Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), Porto.

Serão abordados temas de Antropologia e Evolução Humana (com a presença de Sarah Hrdy - California, EUA – e Tomas Marques-Bonet – Barcelona, Espanha), Neurociências do Comportamento e Evolução do córtex cerebral (com a presença de Zachary Mainen – Fundação Champalimaud, Lisboa – e Nenad Sestan – New Haven, EUA) e terminará com uma discussão sobre o melhoramento humano e interfaces homem-máquina (com a presença de José Carlos Príncipe – Florida, EUA - e Alexandre Quintanilha – U. Porto).

O evento terá difusão em directo através da rede TVU., da UP. Mais informamos que, apesar de a participação ser livre e aberta a todo o público, carece de inscrição prévia no site do evento (http://gabbasymp2011.ibmc.up.pt/registration.html, onde também poderá consultar o programa) até à data limite de 24 de Junho. Informações adicionais podem ser obtidas através do e-mail da organização do Simpósio: gabba14th@gmail.com
6.6.11 0 comentarios

Alterações ao Workshop do Software Specify, a realizar a 1 e 2 de Julho

Dado que se procederam a algumas alterações relativamente ao Workshop do Software SPECIFY, comunicamos a todos os interessados as mesmas.

1 - O formador deveria ser Andrew Bentley dos EUA. Isto pressupunha despesas de viagem que seriam suportadas pela Fundação Luso Americana (FLA). Contudo, fomos informados na semana passada que a FLA decidiu não apoiar a iniciativa.

2 - O formador será então o Dr. Rui Figueira, investigador do Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT), utilizador experiente do SPECIFY que já no passado organizou um workshop SPECIFY em colaboração com a Universidade do Kansas.

3 - Consequentemente, temos espaço de manobra para baixar o preço de inscrição de modo a tornar o curso o mais acessível possível e assim contribuir para o estabelecimento de uma comunidade de utilizadores SPECIFY em Portugal que posteriormente se apoie mutuamente.

4 - Redução no valor inicial para o Workshop: o valor de inscrição fica então definido em 60€ para não sócios da ALT-SHN e 45€ para sócios. Todas as demais condições mantêm-se - prazos, número de inscritos permitido, datas, e local. Poderão formalizar a inscrição a partir de http://www.alt-shn.org/cursos-e-workshops.html
Para qualquer esclarecimento, por favor contactar o Departamento de Educação e Formação: educacao@alt-shn.org.


Relançamos aqui a Sinopse do Workshop


O Projecto Specify (specifysoftware.org/) foi desenvolvido pela Universidade do Kansas (Natural History Museum and Biodiversity Institute) com aplicações destinadas a museus, processamento de gestão de dados de herbários e outras colecções biológicas ou de História Natural. Specify 6.0 funciona em computadores Windows, Mac OSX ou Linux, é gratuito e de código aberto- Tem uma interface intuitiva com formulários de dados que visam a racionalização de tarefas rotineiras durante a preparação e validação de informações sobre as colecções para a análise da pesquisa. A isto acrescem inúmeras funcionalidades, incluindo suporte robusto para dados biológicos - e outros - cadernos de campo, arquivos anexos, GUIDs, locais de armazenamento hierarquizados, uploads de dados através do Workbench Specify e Excel, contratos de depósito, procedimentos de conservação, conteúdos do objecto da colecção, juntamente com numerosas funções adicionais. O workshop pretende introduzir os utilizadores às funcionalidades mais importantes de modo a permitir tirar partido, de forma autónoma, das possibilidades oferecidas por este programa.
2.6.11 3 comentarios

Ajustando cuentas 18

(Haz click en la imagen para ver el capítulo completo)

Lo siento Aladar, es lo que tiene preguntar a un fan de la primera parte de "En busca del Valle Encantado".

"Ajustando cuentas" ha vuelto, después de un parón para el que no hay excusa homologada, con ganas de comerse a unos cuantos.
31.5.11 3 comentarios

El sexo en los Dinosaurios (seguro que alguna vez te lo has preguntado)

Hay pocos trabajos en español acerca del sexo en los dinosaurios no avianos, por lo que puede resultar interesante esta aproximación recientemente publicada (ver cita debajo). Desde hace mucho tiempo algunos paleontólogos han especulado acerca de cómo sería la copula en dinosaurios no avianos. Desde que en 1906 H. F. Osborn lanzara la hipótesis de que los minúsculos brazos del T. rex servirían para llevar a cabo el amplexo; este tema se ha intentado abracar desde varios puntos de vista. Existen estudios de dimorfismo sexual, biomecánicos y los que usan el método del contexto filogenético (“extant phylogenetic bracket”). Estos últimos permiten proponer hipótesis sobre los tejidos blandos y la etología sexual en los dinosaurios no avianos a partir de sus parientes vivos más cercanos: cocodrilos y aves. Este “extant phylogenetic bracket” nos permite inferir que los dinosaurios no avianos poseían un órgano intromitente. Además, sobre la base de las evidencias actualmente disponibles, se puede especular sobre la postura de cópula en dinosaurios. Los modelos actuales de cópula comprobables en lagartos y cocodrilos sugieren que los dinosaurios, o al menos algunos dinosaurios no avianos, podrían utilizar una modificación del procedimiento conocido como “leg over back”. La técnica consistiría en que la monta del macho sobre la hembra se produce en paralelo, con una de las extremidades traseras del macho en la parte dorsal de la hembra, para intentar aproximar ambas cloacas.
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Más Información
Sopelana Salcedo A. 2011 Estado del conocimiento sobre el sexo en los dinosaurios no avianos. En: Viajando a Mundos Pretéritos. Pérez-García, A.; Gascó, F.; Gasulla, J.M.; Escaso, F. (Eds.) Ayuntamiento de Morella, Morella, Castellón.

En la foto: dos varanos se prestan a una demostración del concepto “leg over back” para la aproximación de cloacas.
29.5.11 0 comentarios

Las tortugas jurásicas “vuelven a la vida”


Pleurosternidae es un grupo de tortugas dulceacuícolas conocidas tanto en Norteamérica como en Europa entre el Jurásico Medio y el Paleoceno. A pesar de su relativa abundancia, la escasa información disponible no había permitido interpretar el aspecto en vida de ninguno de sus representantes europeos, existiendo únicamente algunos bocetos que carecen de rigor científico, realizados sobre taxones americanos.
Actualmente las representaciones del aspecto en vida de vertebrados extintos son frecuentemente empledas, dado que, bien utilizadas, son un potente vector para transmitir hipótesis científicas. Para su realización es importante tener en cuenta toda la información sedimentológica, sistemática, taxonómica, anatómica, funcional, paleoecológica y de cualquier otra índole que rodea al hallazgo, estudio e interpretación de los taxones analizados. La reconstrucción de estos seres se engloba dentro de la paleoilustración, entendida ésta como el área de la ilustración científica dedicada a la paleontología.

Se ha realizado la primera reconstrucción del aspecto en vida de un miembro de Pleurosternidae europeo. Concretamente el taxón reconstruido es Selenemys lusitánica. Selenemys es el género de Pleurosternidae más antiguo conocido en Europa, recientemente definido mediante material del Kimmeridgense de Portugal. Para ello, se han justificado los criterios seguidos, detallando y figurando el proceso desarrollado desde su hallazgo a la obtención de la reconstrucción.
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Referencia: Pérez-García, A.; Gromicho, I.; Ortega, F. 2011 Reviviendo pleurosternidos: Del hallazgo a la reconstrucción de la tortuga Selenemys lusitanica. En: Viajando a Mundos Pretéritos. Pérez-García, A.; Gascó, F.; Gasulla, J.M.; Escaso, F. (Eds.) Ayuntamiento de Morella, Morella, Castellón: 275-288. PDF
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Imágenes: Distintas etapas de la reconstrucción de Selenemys.

28.5.11 0 comentarios

Sobre la posición sistemática de Peltochelys duchastelii

En 1884 se describió Peltochelys duchastelii, un quelonio que se atribuyó a Testudinida, definido a partir de tres ejemplares provenientes de la mina de carbón de Bernissart (Barremiense superior-Aptiense inferior de la Cuenca de Mons, Belgica). A lo largo del siglo XX este taxón ha sido citado en varias publicaciones, habiéndose discutido su posición sistemática. La inclusión de Peltochelys en algunos análisis filogenéticos ha apoyado su atribución a Trionychoidea, aunque también se ha considerado igualmente parsimoniosa su posición como el grupo hermano de Cryptodira.
Mediante un nuevo trabajo, se revisa el material que ha sido hasta ahora asignado a Peltochelys. Sin embargo, únicamente un ejemplar, el lectotipo del taxón, puede ser identificado de manera inequívoca como Peltochelys. Los otros ejemplares se consideran juveniles de un taxón de quelonio indeterminado.
La nueva descripción y análisis del ejemplar adulto permite enmendar la codificación de algunos de los caracteres que habían sido incorporados en las hipótesis filogenéticas previas. Se reinterpretan algunos caracteres de Peltochelys procesados previamente en varios análisis cladísticos. No obstante, a pesar de esto, Peltochelys resulta como un representante de Trionychoidea, grupo hermano de Trionychia, en todos los árboles obtenidos mediante varias hipótesis filogenéticas actualmente vigentes. Esto es especialmente relevante, ya que los representantes del nodo Cryptodira están casi ausentes en el registro del Cretácico Inferior, confirmándose la posición de Peltochelys como el representante más antiguo de este nodo en Europa. Peltochelys, junto con Sandownia, aportan pistas sobre la antigüedad de Trionychoidea y sobre su diversidad en el Cretácico Inferior.
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Referencia: Pérez-García, A. 2011. Revisión de la serie tipo de Peltochelys duchastelii (Chelonii, Trionychoidea) del Cretácico Inferior de Bernissart (Bélgica). En: Viajando a Mundos Pretéritos. Pérez-García, A.; Gascó, F.; Gasulla, J.M.; Escaso, F. (Eds.) Ayuntamiento de Morella, Morella, Castellón: 249-260.
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Imagen: Caparazón de Peltochelys

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Tortugas miocenas y holocenas españolas en la Sociedad Geológica de España

Ayer se celebró en Vigo la 50 Sesión científica de la Sociedad Geológica de España. Allí han sido defendidos dos trabajos referentes a tortugas, que serán publicados en la revista Geogaceta. Uno de ellos aporta nuevos datos sobre la diversidad de quelonios del Mioceno superior del Puerto de la Cadena (Murcia), prestando especial atención al registro del yacimiento de La Alberca. En este yacimiento se ha reconocido una alta diversidad de mamíferos. No obstante, la información sobre las tortugas era, hasta ahora, muy limitada. En el área del Puerto de la cadena se ha identificado abundante material asignado a Testudinidae. El estudio de las tortugas de La Alberca permite identificar un miembro de este grupo de gran tamaño, que se asigna a Cheirogaster cf. bolivari. Además, allí se identifica una tortuga acuática, que se adscribe a Trionychinae. Este hallazgo aumenta la distribución estratigráfica del grupo en la Península Ibérica. Además, costituye la primera identificación de Trionychinae en el sureste de España. La revisión de material inédito de otros afloramientos del Puerto de la Cadena permite identificar más material de este grupo.
Por otro lado, se ha realizado un estudio preliminar del material de quelonios hallado en el yacimiento calcolítico de Camino de las Yeseras (Madrid). En uno de los fosos de este poblado se reconoce abundantes restos de tortugas, correspondientes a elementos del caparazón de dos taxones. Uno de ellos se identifica como Emys, mientras que el otro corresponde a Mauremys.
Ampliaremos la información cuando se publiquen sendos trabajos.
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Referencias:
- Adán Pérez-García, Xabier Murelaga , Miguel Angel Mancheño, Ignacio Fierro. En prensa. Nuevos datos sobre las tortugas del Puerto de la Cadena (Mioceno superior de Murcia). Geogaceta.
- Adan Pérez-García, Xabier Murelaga, Corina Liesau, Arturo Morales, Laura Llorente Rodríguez, Arantza Daza Perea. En prensa. Estudio preliminar de los quelonios del yacimiento calcolítico (Holoceno) de Camino de las Yeseras (Madrid, España). Geogaceta.
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Imagen: Miembro de Trionychinae actual estableciendo contacto con sus ancestros murcianos.

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Hoyasemys jimenezi, una nueva tortuga del Cretácico Inferior de España

Las tortugas son uno de los grupos de reptiles más abundantes en los yacimientos mesozoicos. Sin embargo, el conocimiento sobre los taxones presentes en las asociaciones continentales del Cretácico Inferior de Europa era, hasta ahora, muy limitado. Gran parte del registro, especialmente el ibérico, está actualmente en revisión. Uno de los resultados de estos estudios acaba de ser publicado, en versión online, en la revista Acta Paleontologica Polonica. Se trata de un trabajo centrado en un nuevo taxón definido en el Barremiense del conocido yacimiento de Las Hoyas (Cuenca). Hoyasemys jimenezi ayuda a clarificar la posición filogenética de algunos de los quelonios generalmente identificados como de aspecto quelidroide. El holotipo, un ejemplar articulado preservado en una caliza litográfica, se trata de uno de los esqueletos de tortugas más completos del Cretácico Inferior Europeo. Conserva el cráneo, la mandíbula, el caparazón, la columna vertebral, las cinturas escapular y pélvica y las extremidades anteriores y posteriores. Un análisis filogenético permite situar a Hoyasemys como un representante basal de Eucryptodira, más derivado que los representantes de Plesiochelyidae, Euristernidae o Xinjiangchelyidae. Hoyasemys se agrupa con taxones generalmente identificados como representantes de “Macrobaenidae” o “Sinemydidae”, en un nodo que constituye el grupo hermano del crown Cryptodira.
El nombre genérico deriva del yacimiento donde de halló el holotipo y del sufijo -emys se refiere a su naturaleza como tortuga acuática, estando bien adaptada para la natación. El nombre específico está dedicado al Dr. Emiliano Jiménez Fuentes, reconociendo su contribución al conocimiento sobre los fósiles de quelonios españoles.
Con Hoyasemys se aclaran algunas de las incógnitas sobre la evolución y distribución de este grupo de animales, pero habrá que esperar unos meses para conocer con mayor exactitud qué otros taxones son los que habitaban en el Cretácico ibérico.
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Referencia: Adán Pérez-García, Marcelo S. de la Fuente, and Francisco Ortega. In press. Hoyasemys jimenezi gen. et sp. nov., a freshwater basal eucryptodiran turtle from the Lower Cretaceous of Spain. Acta Palaeontologica Polonica. doi:10.4202/app.2011.0031.
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Imagen: Holotipo de Hoyasemys jimenezi, procedente del Barremiense de Las Hoyas (Cuenca, España)

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Lo Hueco en el II Workshop de Preparación en el ICP


Terminó el segundo Workshop de Conservación Preparación-Restauración en Ciencias Naturales organizado por el Institut Català de Paleontologia Miquel Crusafont y haciendo honor al espíritu sesgado de este blog recogemos aquí la participación relacionada con Lo Hueco. En este caso, Fátima Marcos se encargó de defender los análisis que se vienen desarrollando en el material de saurópodos del yacimiento como un paso previo a su preparación.
Los restos de dinosaurios saurópodos son muy abundantes entre el material extraído en el yacimiento de “Lo Hueco” (Cretácico Superior. Fuentes, Cuenca) y, particularmente, más de 600 de estos restos corresponden a huesos apendiculares de saurópodos titanosaurios. Uno de los objetivos más inmediatos de actuación sobre la colección es la conservación de todos sus elementos y, de forma prioritaria, la aplicación de técnicas de su preparación paleontológica que faciliten su documentación y análisis.
Los fósiles de vertebrados procedentes de Lo Hueco presentan diferentes modos de preservación que pueden modificar de distinta forma su superficie de los fósiles, reconociéndose distintas formas de alteración. En algunas ocasiones esta superficie puede estar directamente en contacto con la matriz arcillosa, pero en otras aparecen asociadas a costras ferruginosas, depósitos de yeso o ambos, que, además, pueden tener grosores variables. Por otra parte, a partir del patrón histológico de los huesos apendiculares de titanosaurios se espera que la capa más esterna no vascularizada esté muy reducida, cuando no casi ausente en las formas más juveniles, por lo que cualquier alteración de la superficie, incluso aquellas menos invasivas, pueden comprometer de forma severa la posibilidad de recuperar la estructura superficial de los restos.
En distintos ensayos de aplicación de técnicas de preparación, tanto mecánicas como químicas, se ha detectado que, en algunas ocasiones, el reconocimiento de la superficie del resto óseo no es inmediato y que existen dificultades para reconocer hasta dónde debe llegar la preparación de estos restos para no afectar a la superficie de las muestras.
Con el objetivo de conseguir criterios que permitan identificar esta superficie y que puedan ser útiles durante el proceso de preparación, se ha procedido a un análisis de la estructura de la transición entre los fósiles y la matriz circundante en una colección que pretende abarcar los tipos más comunes de preservación de restos apendiculares de titanosaurios en “Lo Hueco”.
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Mas Información:
Marcos, F.; Ortega, F.; Pérez-García, A.; Cambra-Moo, O.; Escaso, F. (2011) ¿Hasta dónde llegamos? Preparación de restos apendiculares de saurópodos titanosaurios del Cretácico Superior de “Lo Hueco” (Fuentes, Cuenca). II Workshop de Conservación Preparación-Restauración en Ciencias Naturales. Institut Català de Paleontologia Miquel Crusafont, Sabadell. 18-21 de Junio de 2011.
Imagenes: Arriba: aspecto general del poster; Abajo: Intentando convencer a Amy Davidson del AMNH.
20.5.11 2 comentarios

Zambulléndonos en la historia de la paleontología española


La paleontología, la “ciencia del pasado”, no sólo da las claves para entender qué ocurrió, sino que es importante para entender qué ocurre y qué ocurrirá. Como indicó el sabio Confucio, para pronosticar el futuro, es necesario conocer el pasado. Este pasado tiene para la paleontología una doble connotación. Por una parte, este pasado alude al propio objeto de estudio de la paleontología. Es decir, el encontrar y ensamblar las piezas de un gran puzle que aporte claves para comprender cómo surgió la vida y de qué manera evolucionó cada uno de los linajes que poblaron o que habitan actualmente en nuestro planeta. Por otro lado, como cualquier otra ciencia, esta rama del saber cuenta con un pasado histórico, que nos ayuda a comprender cómo ha surgido y cómo ha evolucionado.
En los últimos años son cada vez más numerosas las publicaciones referentes a la historia de la paleontología española. Este conocimiento viene en parte motivado por la combinación de dos fuentes de información: la revisión de colecciones paleontológicas clásicas y el análisis de documentación manuscrita inédita, generada a raíz de los descubridores de tales hallazgos, que permiten ponerlos en contexto y conocer datos de gran relevancia histórica, que llevaban muchos decenios sin salir a la luz.
Con motivo del simposio internacional “Dinosaurs–Their kith and kin: a historical perspective”, celebrado en la Société géologique de France (París) entre los días 3 y 7 de Mayo de 2011, se han presentado varios trabajos fruto de las investigaciones realizadas en el Museo Nacional de Ciencias Naturales (Madrid).

Estos trabajos, defendidos tanto en las modalidades de comunicaciones orales como de pósteres, corresponden a:
- La identificación de uno de los escasos fósiles de vertebrados pertenecientes a la colección de Pedro Franco Dávila, que se integraron en el siglo XVIII en el Real Gabinete de Historia Natural, germen del Museo Nacional de Ciencias Naturales (MNCN).
- Las adquisiciones de reptiles mesozoicos alemanes por parte de Juan Vilanova y Piera, a mediados del siglo XIX, y su identificación en la colección actual del MNCN.
- Los hallazgos de reptiles mesozoicos españoles realizados por Juan Vilanova y Piera en el siglo XIX. A él se atribuyen huesos de dinosaurios de varias localidades, el primer hallazgo de una tortuga mesozoica y el primero de un reptil marino.
- Nuevos datos sobre la donación y montaje del esqueleto de Diplodocus de Madrid y sobre la importancia de William Jacob Holland en este proceso.
- El análisis histórico y sistemático de la colección de fósiles de cocodrilos recolectados por José Royo y Gómez en la primera mitad del siglo XX.
- El análisis comparativo entre la diversidad de reptiles mesozoicos identificados en la Formación Arcillas de Morella (Cretácico Inferior) en la primera mitad del siglo XX y en la actualidad.
- Actualización del conocimiento sobre las tortugas gigantes de la Meseta Castellana recolectadas y analizadas por Eduardo Hernández-Pacheco y José Royo y Gómez en la primera mitad del siglo XX.

Se ampliará la información a medida que se publiquen algunos de estos trabajos en versión expandida.
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Referencias:
- Pérez-García, A., Sánchez Chillón, B. 2011. José Royo y Gómez, Eduardo Hernández-Pacheco and the giant tortoises of the Castilian Plateau. In: Buffetaut, E., Bardet, N., Le Loeuff, J., Moody, R.T.J. Abstract book of the International Symposium “Dinosaurs, their kith and kin: a historical perspective”: 21.
- Pérez-García, A., Ortega, F., Sánchez Chillón, B. 2011. Studies of José Royo y Gómez on Spanish Mesozoic crocodiles in the early part of the twentieth century. In: Buffetaut, E., Bardet, N., Le Loeuff, J., Moody, R.T.J. Abstract book of the International Symposium “Dinosaurs, their kith and kin: a historical perspective”: 22.
- Pérez-García, A., Ortega, F., Sánchez Chillón, B., Gasulla, J.M., Escaso, F., Pereda Suberbiola, X., Ruiz-Omeñaca, J.I., Sanz, J.L. 2011. Comparative analysis of the knowledge on the diversity of Mesozoic reptiles from Morella (Castellón, Spain) in the first third of the twentieth century and today. In: Buffetaut, E., Bardet, N., Le Loeuff, J., Moody, R.T.J. Abstract book of the International Symposium “Dinosaurs, their kith and kin: a historical perspective”: 23.
- Pérez-García, A., Sánchez Chillón, B., Ortega, F. 2011. Spanish Mesozoic reptiles found in the nineteenth century by Juan Vilanova y Piera. In: Buffetaut, E., Bardet, N., Le Loeuff, J., Moody, R.T.J. Abstract book of the International Symposium “Dinosaurs, their kith and kin: a historical perspective”: 24.
- Sánchez Chillón, B., Pérez-García, A. 2011. William J. Holland and the Spanish skeleton of Diplodocus. In: Buffetaut, E., Bardet, N., Le Loeuff, J., Moody, R.T.J. Abstract book of the International Symposium “Dinosaurs, their kith and kin: a historical perspective”: 26.
- Sánchez Chillón, B., Pérez-García, A. 2011. Identification of one of the few vertebrate fossils that were part of the collection of the “Real Gabinete de Historia Natural” (Madrid) in the eighteenth century. In: Buffetaut, E., Bardet, N., Le Loeuff, J., Moody, R.T.J. Abstract book of the International Symposium “Dinosaurs, their kith and kin: a historical perspective”: 27.
- Sánchez Chillón, B., Pérez-García, A. 2011. History of the ichthyosaur skeletons acquired by Juan Vilanova y Piera in the 1850’s. In: Buffetaut, E., Bardet, N., Le Loeuff, J., Moody, R.T.J. Abstract book of the International Symposium “Dinosaurs, their kith and kin: a historical perspective”: 28.
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Imágenes: Pósteres referentes a algunos de los trabajos citados/A pesar de sus primeras concepciones como seres abominables y pertenecientes a un mundo primigenio, los dinosaurios no avianos han ido invadiendo nuestras ciudades, como queda de manifiesto en esta imagen tomada a poca distancia del Congreso.

19.5.11 0 comentarios

Movida tocha en la base de Eusuquia o cocodrilos en el IX EJIP

La radiación temprana de eusuquios y de los distintos grupos que conforman el crown-group Crocodylia es un tema que está muy de moda. Seguro que más de una vez has oido a grupos de jubilados hablar sobre la problemática filogenética existente en la base del grupo mientras se apoyaban sobre una valla amarilla del ayuntamiento o a dos señoras esperando la cola del mercado discutir sobre los huecos existentes en el registro fósil de estos animales a lo largo del Cretácico. Siguiendo la estela que marca la sociedad actual, Iván Narváez y Francisco Ortega presentaban en el IX EJIP, celebrado en la localidad de Morella (Castellón), la comunicación "Eusuquios basales y aligatoroideos basales del Cretácico Superior europeo: estado de la cuestión".

Muy bien, Narváez. Sales ahí a dar una charleta y lo primero que haces es rascarte la cabeza. Bravo, campeón. (Foto: Pak)

La presentación tuvo lugar en el salón de actos del ayuntamiento de Morella, a cargo de Iván Narváez, que hizo gala una vez más de sus grandes dotes de protocolo y comunicación (o más bien de como disimular un estado de nerviosismo similar al de Sergio Ramos en un brindis). En el trabajo se hace un recorrido por el registro fósil de crocodilomorfos en el Cretácico Superior europeo, prestando particular atención a una serie de taxones de eusuquios basales y aligatoroideos basales que pueden ser interesantes a la hora de comprender el origen de estos grupos.

Una vez más, Narváez contó con la colaboración del archiconocido artista re-renacentista Marco Profaggo, famoso por sus obras que integran animales, lugares paleontológicos y sofás-tresillo (tenemos dos ejemplos aquí y aquí), que situó en esta ocasión un alegre crocodilomorfo saltando sobre un sillón con Morella al fondo.

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Referencia: Narváez, I.; Ortega, F. (2011) Eusuquios basales y aligatoroideos basales del Cretácico Superior europeo: estado de la cuestión, págs: 275-289. In: Pérez-García, A., Gascó, F., Gasulla, J. M. & Escaso, F. (eds.) Viajando a Mundos Pretéritos. Ayuntamiento de Morella, Morella, Castellón. Link
17.5.11 2 comentarios

Terminó el EJIP….nueva sangre para una vieja tradición morellana (la paleontología)


De Morella, puedes haber oído hablar de su castillo, de su fortaleza, de sus fiestas, de sus croquetas o de sus flaons, pero lo que quizá no sabes es que en esta localidad castellonense se realizaron algunos de los primeros hallazgos y estudios sobre dinosaurios españoles. Gracias a la labor de numerosos paleontólogos durante casi siglo y medio, Morella es actualmente una de las áreas europeas más relevantes para el conocimiento del Cretácico Inferior y a través del estudio de sus fósiles, podemos viajar en el tiempo a ecosistemas de hace 110 millones de años dominados por grandes reptiles, que convivían con otros animales muy diferentes a los que existen en la actualidad.

Aunque es poco probable que a estas alturas no te hayas enterado, podrías no saber que durante la semana pasada, Morella fue la sede del IX Encuentro de Jóvenes Investigadores en Paleontología (EJIP), recibiendo la visita de más de 80 participantes y convirtiéndose en un lugar clave para el intercambio de conocimiento. Los asistentes, procedentes de prácticamente todos los centros de investigación paleontológica del país y en la mayoría de los casos, aún en los primeros pasos de sus carreras, han ido exponiendo durante tres jornadas el estado en que se encuentran sus objetos de estudio.

Al mismo tiempo, el congreso ha contado con la presencia de varios ponentes “senior” de gran relevancia, como el paleontólogo morellano José Miguel Gasulla (que habló de los yacimientos de la Formación Arcillas de Morella), la profesora de la Universidad Nacional de San Luis (Argentina) Andrea B. Arcucci (que ofreció a los asistentes una aproximación filogenética a los proterochampsidos), la conservadora de Dinópolis Ainara Aberasturi (que realizó una conferencia sobre las diferentes etapas de preparación y conservación de los fósiles), el profesor de la Universidad de Valencia Carlos de Santisteban (impartiendo una charla acerca de la Formación Villar del Arzobispo) o Ignacio Martínez Mendizábal, profesor de la Universidad de Alcalá de Henares y miembro del grupo de investigación de Atapuerca, que habló sobre la paleofisiología de la audición y el origen del lenguaje.

Todos los participantes han conocido en detalle la historia e interés de la paleontología morellana, visitando algunos de los yacimientos de fósiles más relevantes, ya sea por su importancia histórica o por sus hallazgos y pasando por algunos de los museos y exposiciones realizados a raíz de estos descubrimientos. De esta forma, han podido observar la gran labor divulgativa llevada a cabo con el patrimonio paleontológico de la comarca de Els Ports. Además, la totalidad de los asistentes, sin excepción, ha podido disfrutar de Morella, de sus gentes, de sus calles, de sus comercios y como no, de sus bares. Pero esto es otra historia…

10.5.11 1 comentarios

Arranca el EJIP de Morella


Tomado de elperiodic.com

El alcalde de Morella, Ximo Puig y cuatro miembros del comité organizador del IX Encuentro de Jóvenes Investigadores en Paleontología (EJIP), han presentado hoy estas jornadas que se inician mañana. El Ayuntamiento de la localidad ha sido el marco elegido para la comparecencia y para la celebración del congreso, que se combinará con visitas al Museo “Temps de Dinosaures” y a distintos yacimientos. El primer edil destaca la importancia “cultural y turística de la paleontología”.
Ximo Puig también recordaba el trabajo realizado en la recuperación de restos paleontológicos. Por ello, mencionaba el museo “Temps de Dinosaures” de Morella, que alberga una buena muestra de fósiles, y reivindicaba la importancia del MUDIM, que se encuentra paralizado. El alcalde señalaba que “Morella y la Comarca de Els Ports son enclaves de gran relevancia en el mundo de la paleontología”.

Por último, mencionaba el esfuerzo de Morella en el posicionamiento como una ciudad de congresos. Al respecto, recordaba que “estamos dentro del mes de congresos, ya que mañana se inicia este encuentro paleontológico y el Com Sona l'ESO, que reunirá a más de mil participantes”.

Programa
Los encargados de desglosar el programa del congreso han sido los miembros del comité organizador, Adán Pérez y Fernando Escaso. El primero explicaba que “es un orgullo estar en Morella porque aquí se realizaron los primeros estudios de dinosaurios de la Península y esta comarca es un gran referente del Cretácico Inferior”. Además, destacaba la participación de 80 personas en el congreso, venidas de todo el país, y de cinco ponentes de referencia a nivel internacional. Además, Escaso considera que “Morella es un lugar imprescindible para la paleontología. Hemos llegado al noveno congreso de la entidad y sólo nos faltaba celebrarlo en un sitio clave para entender la paleontología de este país, que era Morella”.

Según destaca la organización, la sociedad actual está cada vez más interesada en conocer en profundidad el mundo que nos rodea. Son muchas las ciencias que se dedican a ello. Sin embargo, es la Paleontología la que nos aporta las claves para conocer cómo se originó la vida y como surgieron y se diversificaron los distintos grupos de seres vivos que existieron en el pasado y que, mediante su evolución, dieron lugar a las formas actuales. En España hay varios grupos de investigación, en universidades y museos, que se dedican al estudio de esta ciencia. A ellos están vinculados muchos jóvenes, atraídos por ella. En este sentido, destaca el aumento significativo que se ha producido en los últimos años en el número de tesis doctorales en proceso o recientemente defendidas. Desde hace nueve años, el colectivo de Jóvenes Investigadores en Paleontología realiza su reunión anual en algún enclave de la geografía ibérica, que destaque por su riqueza paleontológica.

Las temáticas de los trabajos que se presentarán, abarcan gran parte de los diversos estudios en los que se centra actualmente la paleontología. Desde el origen de la vida hasta el propio estudio del ser humano, se analizan varios de los grupos que poblaron nuestro planeta, fruto de una evolución durante más de tres mil millones de años. Además, varios científicos de relevancia internacional impartirán cinco conferencias invitadas. El congreso concluirá mediante una visita geo-paleontológica a algunos de los enclaves más relevantes de ElsPorts, mostrando de primera mano a los asistentes la gran riqueza patrimonial de la región.
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Original en elperiodic.con
En la foto, de izquierda a derecha: Francisco Gascó, Adán Pérez, el alcalde de Morella Ximo Puig, Fernando Escaso y Marcos Martín.
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Se extingue Diceros bicornis


Desaparece oficialmente en África el rinoceronte negro, Diceros bicornis ssp. longipes.
Una vez más el mundo es hoy un poco más pobre.
So long Diceros
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IX EJIP: Recuerda la Old School


Brothas & Sistas, ya está aquí.
EJIP, a ellos les hubiese gustado.
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DinoTiles: arcilla libre de dinosaurios

La aplicación de normativas de protección patrimonial a los recursos de tipo paleontológico y la generación de distintas estrategias de gestión han producido en los últimos años una revitalización importante de los yacimientos con dinosaurios en Morella (Castellón). De hecho, la mayor parte de los restos de dinosaurios recogidos en los últimos años en las famosas capas rojas de Morella proceden de este tipo de actuaciones, ya sea en mina (como en las excavaciones de Azuliber en la Vega del Moll) o como parte de otro tipo de acuerdos.
Los resultados de esta situación son evidentes y, en los últimos años, ha aumentado considerablemente tanto el numero de yacimientos, como la presencia de los dinosaurios de Morella en entornos de difusión de la ciencia (museos, exposiciones) como el conjunto de información disponible para el trabajo científico.
Pero a lo que no estamos tan acostumbrado es a que una mina presuma de sus controles paleontológicos, así que (a dios lo que es de dios): presentamos la colección de cerámica DINOTILES de la empresa AZULIBER "hecha con la arcilla que rodeaba los dinosaurios" .... suponemos que a la venta en los mejores comercios del ramo
12.4.11 2 comentarios

WikiLeaks filtra el programa del Curso de Verano de Paleontología en Cuenca


Nuevo golpe de efecto del editor de WikiLeaks. En una multitudinaria rueda de prensa celebrada en La Bodeguilla de Basilio, Julian Assange ha sacado a luz la programación del Curso de Verano de la UNED que se celebrará el próximo junio en la capital conquense. Guardado como oro en paño por los organizadores, la revelación del programa del curso supone un duro golpe para los organizadores, que preferían esperar, al menos, unos cuantos días más para hacerlo público. Con este secretismo se pretendía evitar la masificación del curso, en aras de mantener el alto nivel de calidad que el curso de paleontología ha venido desarrollando en años anteriores. Gracias a la filtración, se ha podido saber que el curso lleva por título "Analizando fósiles de dinosaurios ¿Cómo sabemos lo que sabemos?", y que gira en torno a las diferentes técnicas de análisis de fósiles que en la actualidad se llevan a cabo para conocer la estructura de los ecosistemas del pasado. Con tristeza, pero con la ilusión intacta, uno de los organizadores, que prefiere mantener el anonimato, declaraba lo siguiente al conocerse la filtración: "Estoy desolado por la noticia pero no podemos desmentir nada. Es cierto que contamos con André Mano, que viene a hablar del proyecto SIGAP, con Bernat Vila, para que cuente algo acerca de modelizaciones 3D en huevos y huellas de dinosaurio o con Patricio Dominguez para ver algo sobre teorías de reconstrucción en 3D en Paleontología". Con visibles gestos de contrariedad, otro componente de la organización afirmaba: "Vale, es verdad, abre el curso Francisco Ortega, que es de la casa, y se ha cerrado la participación de investigadores importantes como Antonio Rosas, que viene a hablarnos de técnicas de excavación y análisis de ADN Neanderthal, o las preparadoras Ainara Aberaturi y Fátima Marcos que incluso participarán en una sesión práctica, pero no hay derecho a lo que ha hecho Assange. Esto es un jarro de agua fría y aunque no queríamos que se supiera todavía, ahora podemos asegurar la presencia de José Luis Sanz para cerrar el ciclo de conferencias hablando de la historia conceptual de los dinosaurios". WikiLeaks lo ha vuelto a hacer, y gracias a ellos podemos tener acceso a una web que proporciona toda la información necesaria sobre el curso:

http://www.extensionuned.es/publico_actividad/2612
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Los jueves de la ciencia en Guadalajara

Con motivo de la presencia de Francisco Ortega en Guadalajara para participar en IV ciclo de conferencias divulgativas de carácter científico que con el nombre genérico de “Los jueves de la Ciencia” se vienen desarrollando, desde hace cuatro años en el Centro Asociado de la UNED en Guadalajara, Roberto Mangas recoge esta entrevista para " El Heraldo del Henares" (ver noticia original aquí).

EL HERALDO DEL HENARES: Acaba de impartir en el centro asociado de la UNED en Guadalajara la conferencia “Tras la pista de los dinosaurios. ¿Cómo estudiamos seres (casi) extintos?”. ¿Qué significa ese “casi”? ¿No están completamente extinguidos los dinosaurios?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Por supuesto que no están extinguidos. A principio de los 90 esta afirmación aún causaba cierta extrañeza, pero hace ya mucho que existe un consenso en la comunidad científica en considerar que, desde un punto de vista zoológico, las aves son dinosaurios.

Ese “(casi)” en el título de la conferencia intenta mostrar una posición intermedia, por una parte los animales en los que la mayoría de la gente piensa cuando hablamos de dinosaurios (estegosaurios, tiranosaurios, etc..) se extinguieron, pero por otra, existen miles de especies de dinosaurios viviendo aún en el planeta.

CONOCER NUESTRO PASADO

EHH: Decía Confucio “estudia el pasado si quieres conocer el futuro”. ¿Qué aporta a la Humanidad el conocimiento de nuestro pasado más remoto?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Es cierto, una de las formas de entender el presente es conocer los procesos que nos han colocado en la situación actual y, probablemente, la única manera que tenemos de “adivinar” el futuro es proyectar estos procesos en el tiempo.

Hay muchos conceptos que manejamos habitualmente, cómo evolución, extinción, cambio climático, cambios en la biodiversidad, etc... cuyo funcionamiento conocemos mejor porque sabemos como se han comportado a lo largo de la historia de la vida en la Tierra.

EHH: Según la teoría evolucionista, la vida en la Tierra empieza en el mar, sigue con los anfibios, luego con los reptiles y, finalmente, mamíferos y aves. ¿En qué momento de la evolución y por qué los reptiles adoptan tamaños tan descomunales como los de los grandes dinosaurios?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Bueno, probablemente la historia de la vida no es tan lineal y pueda representarse mejor como un árbol que se ramifica. Pero dejando esto aparte, la razón por la que cualquier característica se fija en un grupo de organismos es que les reporte una ventaja en la competencia por algún tipo de recurso.

Sobre tamaños, y en el caso de los reptiles, es muy típico el ejemplo de los dinosaurios saurópodos gigantes, que en distintos momentos del Jurásico (hace unos 150 millones de años) y del final del Cretácico (hace unos 70 millones de años) alcanzaron tamaños de más de 30 metros de longitud.

EHH: ¿Qué objetivo dentro de la evolución tiene ese crecimiento, cuando la historia y la ciencia nos dicen que las pequeñas especies son las que sobrevivieron mejor a los grandes cataclismos climáticos, naturales o provocados por meteoritos?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: En el entramado de relaciones que forman los distintos organismos que pueblan la tierra se tiende a explotar todo los recursos. En este contexto existen organismos muy generalistas, capaces de explotar una enorme diversidad de recursos, y existen organismos muy especializados cuya estrategia consiste en ser los mejores en la explotación de un conjunto de recursos muy concretos.

Obviamente, los organismos generalistas son más versátiles y menos sensibles a los cambios en el entorno, pero la historia evolutiva de los linajes no se planea y cada uno está en el lugar al que le ha llevado el devenir de la historia.

CÓMO SE DESCUBREN LOS YACIMIENTOS

EHH: Más de una vez me he preguntado cómo se descubren los yacimientos. ¿Por pura casualidad, intuición, por estudios previos?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Hay de todo, desde hallazgos completamente fortuitos en los que alguien encuentra algo que le parece llamativo y lo hace llegar al especialista a través de un museo, o de la universidad o poniéndolo en conocimiento de la administración, hasta prospecciones regulares realizadas por profesionales en lugares en los que la probabilidad de encontrar fósiles es alta. Sorprendentemente, los hallazgos fortuitos son relativamente comunes y, a pesar de que vienen camuflados entre cientos de falsas alarmas, están en el origen de muchos yacimientos importantes.

EHH: ¿Qué es lo primero que se hace cuando nos encontramos con un terreno susceptible de contar con restos paleontológicos?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Depende de quién seas. Si no hay ninguna razón científica o patrimonial para intervenir (y mucho menos si no tienes la capacidad técnica para hacerlo) no hay que hacer nada. En el caso de que existan razones para intervenir, los procedimientos son muy variados, dependiendo del tipo de fósiles y de los objetivos que persiga la intervención.

En general lo que hace un técnico es documentar o extraer toda la información disponible en ese entorno concreto, y entre la información, en la mayor parte de los casos pero no siempre, se recuperan también los fósiles implicados.

"PEPITO"

EHH: Miembro del equipo que investigó el yacimiento de Las Hoyas, en el que se encontró el esqueleto del Concavenator corcovatus, “Pepito”, un hallazgo que ha supuesto toda una revolución para entender la evolución de los dinosaurios. ¿Por qué? ¡Ah, no me deje con la duda de por qué el nombre de “pepito” para una hallazgo tan importante para el estudio de los dinosaurios en la península ibérica!

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: En Concavenator concurren una serie de factores lo convierten en un fósil muy singular. Por una parte es un dinosaurio carnívoro, por lo que pertenece a uno de los grupos de organismo más populares. Además es un fósil de gran tamaño (casi seis metros) y está perfectamente conservado, de forma que, cuando vemos el fósil, no los lo tienen que explicar, reconocemos inmediatamente el esqueleto del animal.

Por último tiene algunos elementos únicos, como la joroba en la espalda, que lo individualizan. Pero, además, nos muestra aspectos importantes sobre el origen de los carcarodontosaurios, el grupo al que pertenece y que serán los superdepredadores de América del Sur y África 50 millones de años después de su muerte, y aporta información sobre los primeros pasos de la evolución de las aves (que ya hemos comentado que son dinosaurios y, además, parientes relativamente cercarnos de Concavenator).

El sobrenombre de “Pepito” procede de una broma durante esa campaña de excavación, y lo mantuvo durante años hasta que adquirió su nombre formal (de alguna forma había que referirse a él), pero es como los malos chistes, si los explicas suenan aún peor de lo que son.

EHH: ¿Existen muchas diferencias entre un yacimiento con restos de dinosaurios y otro con restos homínidos? ¿Se pone igual atención en uno que en otro?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: No se en qué términos podemos comparar la atención que se les presta, pero, entiendo que, en ambos casos, los yacimientos transcienden el ámbito científico y adquieren mayor notoriedad social que el resto de los yacimientos.

EHH: Investigador de la historia evolutiva de diferentes tipos de arcosaurios, entre los que se encuentran los cocodrilos y los dinosaurios, se habrá topado con preguntas aun sin respuesta, como la de las supuestas plumas del Concavenator en una etapa de la historia de los dinosaurios en la que parece que aún no era posible. ¿Cómo se enfrenta a esas dudas y a esas preguntas a veces sin respuesta?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Supongo que como todo el mundo se enfrenta a su trabajo. Ser paleontólogo consiste en adquirir los recursos para abordar este tipo de cuestiones y para poner en marcha toda la maquinaria metodológica que te permite responder. Lo bueno que tiene la ciencia es que, por muy mal que se pongan las cosas, siempre hay una hipótesis que responde a cualquier pregunta, lo malo, es que siempre es provisional.

EL CONCAVENATOR CORCOVATUS

EHH: el Concavenator tiene una especie de joroba similar a la de un cebú actual, aunque con relleno de huesos, provocada por la elevación de dos de las espinas de sus vértebras, y cuya función aún se desconoce. ¿Tiene usted alguna teoría o es demasiado pronto para especular por la utilidad de esa joroba?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Para especular nunca es pronto. Se puede hacer en cualquier momento y no es obligatorio tener demasiados elementos de análisis. El problema es que en términos de conocimiento, especular casi nunca nos conduce a nada. En el caso de Concavenator podemos considerar que la especulación más educada indica que esa proyección de la espalda del animal pudo constituir un reservorio de grasa a modo de joroba, como el que presentan de forma análoga otros animales actuales. El problema es transformar esto en una hipótesis científica.

Por ahora, no hemos hecho más que presentar las relaciones de parentesco y dar una clasificación formal de este dinosaurio. En este proceso han surgido una serie de características, como la supuesta joroba o la presencia de estructuras que pudieran relacionarse con las plumas, que pertenecen al análisis de la biología del animal y que forman parte de la fase de estudio que acabamos de comenzar.

EHH: ¿Ha evolucionado mucho el estudio de los restos paleontológicos con las nuevas tecnologías, como la tomografía computerizada, el análisis de ADN o las imágenes en 3D?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Muchísimo. La irrupción de algunas de estas técnicas está aportando información que resultaba insospechada hace unos años y que complementa de forma sorprendente lo que se obtenía por los métodos tradicionales. Es de esto precisamente de lo que hemos tratado en “Los Jueves de la Ciencia”.

PELÍCULAS Y PARQUES TEMÁTICOS

EHH: Películas como Parque Jurásico, o la cantidad de parques temáticos que sobre dinosaurios están proliferando, ¿ayudan a comprender la historia o por el contrario frivolizan y dan una imagen errónea de los dinosaurios y de la ciencia?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Las dos cosas. Por una parte alguna de estas películas y parques han contribuido significativamente a la popularización de una disciplina científica como la paleontología y, a través de esta, se han popularizado otros muchos conceptos científicos.
Esto es muy positivo, consigue que la gente vaya a un museo a “ver dinosaurios” y se lleve más cosas.

Sin embargo, es cierto que, en algunos casos, la trivialización produce monstruos de pésima calidad disfrazados de “difusión científica”. En todo caso yo prefiero quedarme con la parte positiva del proceso.

DINOSAURIOS EN GUADALAJARA

EHH: Ha estudiado el paso de los dinosaurios por la provincia de Guadalajara, en concreto en Sacedón, en El Recuenco y en El Atance. ¿Cómo era la provincia hace cientos de miles, millones de años, qué tipo de animales vivían entonces?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Bueno, no todos los que citas son dinosaurios, y de hecho esto responde a lo que ocurre no sólo en Guadalajara, si no de forma general. En Guadalajara tienes representados muchos millones de años de la historia de la Tierra, que te dan acceso a momentos distintos, en los que vivían animales distintos.

Así, te puedes asomar a mares triásicos con reptiles marinos, a los primeros y los últimos pasos de los dinosaurios (no aves) en la Península, o la historia de los ecosistemas ibéricos desde de la desaparición de los dinosaurios hasta la actualidad, No hay un único paisaje de la provincia en el pasado, si no un desarrollo histórico.

LA EXTINCIÓN DE LOS GRANDES SAURIOS Y LA LLEGADA DEL HOMBRE

EHH: ¿La extinción de los dinosaurios permitió que mucho tiempo después se produjera la supremacía del hombre sobre el resto de especies del planeta o esto último hubiera sucedido igualmente con los grandes saurios aún vivos?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Supongo que no. No sé qué hubiese pasado sin la crisis de diversidad que afectó a los dinosaurios hace 65 millones de años pero es muy evidente que, vista desde hoy, permitió la radiación de nuestro propio grupo zoológico.

En general los procesos históricos son la combinación de todos los sucesos e interacciones, las grandes y los más pequeños y, simplemente, la Tierra actual es así, porque así fue su historia. En esos términos, supongo que podemos decir que la extinción de los dinosaurios abrió la posibilidad para que hoy estemos charlando de esto, pero obviamente debieron pasar otras muchas cosas.

EHH: ¿España alienta, protege y promociona estas investigaciones? ¿Se cuenta con ayudas suficientes para completar la investigación de los nuevos yacimientos?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Como todo, depende del punto de vista. Probablemente la paleontología de vertebrados se encuentra en el mejor momento de su historia en este país. Es cierto que mejorar la situación en la que se encontró a lo largo de la mayor parte del siglo XX no era complejo, pero ahora existen distintos grupos de investigación, se publica con cierta calidad en el extranjero y estamos consiguiendo un conocimiento de nuestro propio patrimonio del que carecíamos históricamente.

Evidentemente, no nadamos en la abundancia y es posible que con más recursos se consiguiesen más cosas. En general creo que el reparto de las partidas presupuestarias en investigación es complejo y, por mi parte, preferiría que aumentasen en general los recursos destinados a investigación y desarrollo. Una vez ahí, los buenos proyectos siempre consiguen financiarse.

NO EXISTE EL ESLABÓN PERDIDO

EHH: ¿Existe un eslabón perdido que lleva a la raza humana y que algún día aparecerá en cualquier excavación o con los restos que ya tenemos de homínidos podemos completar el puzle, como argumentan algunos investigadores?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: A pesar de la insistencia de los medios de comunicación, no existen los “eslabones perdidos”. Este es un concepto decimonónico que pretendía referirse a los elementos intermedios (de transición) entre dos tipos de organismos bien establecidos. Sin embargo, muchos vestigios del pasado (humanos o no) nos permiten reconstruir alguna parte del proceso evolutivo y por eso son tan frecuentes las referencias a “eslabones perdidos”.

Como en todos los casos, disponemos de la mejor interpretación posible de la historia evolutiva de los homínidos, hasta que aparece un elemento que la contradice y tenemos que cambiarla para que explique la nueva información. Siempre es posible que aparezcan estas nuevas evidencias, pero generalmente son impredecible y resulta menos frecuentes a medida que conocemos mejor el grupo que estamos estudiando.

EHH: Usted es uno de los invitados en el ciclo científico-divulgativo “Los jueves de la ciencia” y también fue el encargado de abrir el curso académico de la UNED en noviembre de 2010, ¿podría decirse que hay un naciente interés por las ciencias naturales en esa Universidad que tradicionalmente se ha decantado más por los estudios sociales?

FRANCISCO JAVIER ORTEGA: Me gustaría creer que si, dado que hacemos todo lo posible por que así sea. El grupo de investigadores asociado a las ciencias naturales en la UNED había sido siempre muy pequeño, pero, con la incorporación de nuevas disciplinas, como las Ciencias Ambientales, se ha producido la entrada de nuevos docentes e investigadores y eso debe notarse.